Segunda-feira | Junho 09, 2008

O Filme

O filme alerta-nos da poluição e da desflorestação porque
quando o rapaz foi à viu tudo arruinado e viu uma flor muito seca.
Ele pegou e foi buscar água para regar a planta e cada vez que
ele deitava água a planta crescia. Até que ele adormeceu e a flor
como ele tinha a ajudado ela deixou cair uma folha para o cobrir.
Isto quer-nos dizer que se deve tratar da natureza para ela nos
ajudar muito mais.
Se continuarmos a poluir a Terra todas as plantas vão morrer
e nós não vamos ter oxigénio.   

Escrito por Lipe em 11:45:13 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira | Junho 03, 2008

 

O vento na ilha

 

O vento e um cavalo:
Ouve como ele corre
Pelo mar, pelo céu

 

Quer levarme: escuta
Como percorre o mundo
Para levarme para longe.

 

Esconde-me em teus braços
Por esta noite apenas,
Enquanto a chuva abre
Contra o mar e contra a terra
A sua boca inumerável.

 

Escuta como o vento

Me chama galopando
Para levar-me para longe.

 

Com tua fronte na minha
E na minha a tua boca,
Atados os nossos corpos
Ao amor que nos abrasa,
Deixa que o vento passe
Sem que possa levar-me.

 

Deixa que o vento corra
Coroado de espuma,
Que me chame e procure
Galopando na sombra,
Enquanto eu, submerso
Sob os teus grandes olhos,
Por esta noite apenas
Descansarei, meu amor.

 

Pablo Neruda, “OS VERSOS DO CAPITÃO”
Escrito por Lipe em 10:37:56 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Abril 17, 2008

O Livro dá-nos felicidade e fantasia.
                                  
                                         Rui Batista

 

 

Escrito por Lipe em 16:44:59 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Abril 10, 2008

Escrita creativa

Ao entardecer os campos enchiam-se de neblina, o Pico ficava baço e monumental nas águas. Dos lados da estrada da Caldeira sentiu-se uma tropelada, depois pó e um cavaleiro no encalço de uma senhora a galope.
- Slowly! Let go him alone…
Os cavalos meteram a trote e puseram-se a par. O de Roberto Clark vinha suado, com um pouco de espuma na barriga e sinal de sangue num ilhal. O de Margarida, enxuto, meteu a passo.
- Ah, não posso mais, disse Margarida exausta de cavalgar.
- Eu também estou exausto de cavalgar, paramos e depois vamos dar um passeio.
Margarida parou e saiu fora do seu cavalo atou a corda num poste e disse a Roberto Clark que esperava por ele.
  Roberto Clark deixou o seu cavalo à beira do de Margarida, e lá foram dar um passeio.
Quando chegaram os cavalos já não estavam lá, foram a casa ver se os cavalos estavam no celeiro e eles não estavam.
Foram à procura deles mas não os encontraram. Foram à polícia fazer queixa e a policia disse que tinha mais que fazer.
Depois foram à procura na selva e viram que os dois cavalos tinham um filho pequeno, por isso é que os cavalos fugiam e depois tornavam a aparecer. Pegaram e levaram o cavalo pequeno para casa deles.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              
  
Escrito por Lipe em 15:05:31 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Março 06, 2008

Texto de Mário de Sá Carneiro

Autor: Mário de Sá Carneiro  

 

 

O crime era, como devem ter dito os jornais do tempo, um

«crime passional». Cherchez la femme. Depois, a vítima um poeta - um artista. A mulher romantizara-se desaparecendo. Eu era um herói, no fim de contas. E um herói com seus laivos de mistério, o que mais me aureolava. Por tudo isso, independentemente do belo discurso de defesa, o júri concedeu-me circunstâncias atenuantes. E a minha pena foi curta.
Ah! foi bem curta - sobretudo para mim. Esses dez anos esvoaçam-se-me como dez meses. É que, em realidade, as horas não podem mais ter acção sobre aqueles que viveram um instante que focou toda a sua vida. Atingido o sofrimento máximo, nada já nos faz sofrer. Vibradas as sensações máximas, nada já nos fará oscilar. Simplesmente, este momento culminante raras são as criaturas que o vivem. As que o viveram ou são, como eu, os mortos-vivos, ou - apenas - os desencantados que, muita vez, acabam no suicídio.

 

 


Escrito por Lipe em 17:40:09 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Fevereiro 28, 2008

Acordei uns dias depois

Acordei uns dias depois numa ilha deserta -  Olhei  à minha volta só via água e floresta . Olhei bem para debaixo duma árvore e vi um homem. Fui à beira dele e ele disse:h
- Quem és tu?
-Sou o Rui. Vinha num barco quando ele bateu contra um penedo e naufragou e vim parar aqui.
-E tu como te chamas?
- Eu chamo-me Rafael, vinha a voar numa avioneta quando acabou a gasolina e vim ter aqui.
-Já foste explorar a ilha?
-Ainda não?
-Então vamos?
Fomos dar um passeio pela ilha quando derrepente vemos só caveiras de animais e de pessoas. Olhamos para o lado e vimos um templo. Entramos e vimos caveiras. Entramos devagar e encontramos ouro e trouxemo-lo. Começamos a construir uma casa de folhas e lianas.
Passados alguns dias de fome vimos um barco que parou na ilha e eles começaram a disparar contra nós. Nós fomos buscar as nossas espingardas e
 disparamos contra eles.
Eles morreram todos pegamos no barco fomos para a terra mais próxima.   

 

Escrito por Lipe em 15:19:48 | Link permanente | Comments (1) |

Quinta-feira | Janeiro 24, 2008

Sexta – Feira ou a vida selvagem

 

 

 

Relato de um incidente
     Causas:

 

         “ Sexta – Feira levanta – se e encaminha – se para o castigo que o espera. Derrepente, para: Que fazer do cachimbo, que continua a segurar na mão ?
           Atira – o com toda a força para o fundo da gruta, onde se encontram os barris de pólvora. Em seguida, corajosamente, vai ao encontro de . Este esta furioso. É nesse momento em que os 40 barris de pólvora explodem. “

 

      Consequências:
   “ A casa ardia como uma tocha. A muralha da floresta desmoronara – se no fosso que a bordejava. Todas as outras construções – o templo, o redil, o mastro – calendário – haviam voado em estilhaços como resultado da explosão. “

 

Depois da explosão, a vida na ilha Sperenza mudou .

 

Sexta-feira -> “Passava dias inteiros na rede de lianas entrançadas que amarraram entre duas palmeiras. Mexia-se tão pouco que os pássaros pousavam nas árvores ao pé dele. Atirava-lhes então flechas com a zarabatana, e á noite assava, com o Robinson o produto daquele género de caçada certamente a método menos trabalhoso que existia.”

 

 

Robinson -> “Por seu lado transformava-se completamente. Cortou a barba – á qual, de resto, já ficara bastante estragada com a explosão – e deixou crescer o cabelo, que acabou por cobrir toda a cabeça de caracóis dourados. De um momento para o outro parecia muito mais novo quase irmão sexta-feira. O seu corpo também se transformara. Sempre receava ás queimadas do sol, tanto mais que era ruivo.”

 

Escrito por Lipe em 17:17:34 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira | Janeiro 22, 2008

Livros Lidos

Autor Alvaro Magalhaes Nome da obra Ao servi;o de sua majestade/ Sexta feira ou a vida selvagem
Escrito por Lipe em 10:43:22 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira | Janeiro 15, 2008

Laços

A Sofia estava a chegar a casa quando o pai começou a discutir com ela. A Sofia pegou e fugiu de casa começou a correr pela rua fora a chorar, ate que parou para descansar quando ela ia para começar a fugir apareceu um rapaz chamado Roberto e perguntou porque e que ela estava a chorar ela disse que o pai tinha batido ele disse para ela não chorar é ter com o pai para conversarem ela foi ter com o pai e o pai pediu desculpa.
Escrito por Lipe em 11:18:05 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Dezembro 06, 2007

A poluiçao no nosso planeta

O nosso planeta cada vez esta a ficar mais poluída porque nos todos cada vez menos nos preocupamos com o nosso planeta.
Se não se fizer nada o mundo vai acabar porque cada vez vai haver mais poluição sonora, ambiental, etc.
Se não forem tomadas medidas rapidamente pode acontecer uma tragédia.
Se nos todos reciclássemos já estávamos a ajudar a melhorar o planeta podia haver menos abates de árvores acabarem as lixeiras e podia haver menos auto estradas.
As pessoas só fazem coisas que já insistem e não fazem falta.   
Escrito por Lipe em 15:17:59 | Link permanente | Comments (0) |